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Neste Cabinet de Curiosités, a escultura respira como organismo: assemblages de moldes, detritos e matéria natural entrelaçam-se em corpos  que se desdobram do microscópico ao cósmico. Cada obra é um corpo refeito, onde fragmentos descartados voltam a pulsar — veias de resíduo que traçam órbitas e células, superfícies que dobram a luz e convocam o olhar para dentro da matéria. Nestas formas escultóricas a memória metamorfoseia-se: onde costuras e camadas desvelam histórias antigas e possíveis futuros, e a escultura revela-se como lugar onde corpo, espaço e matéria se reconhecem e se reinventam.

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